sexta-feira, 11 de novembro de 2011

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Hoje estou no capitulo 35 do livro :Vinte Mil Léguas Submarinas (no original, em francês: Vingt mille lieues sous les mers) é uma das obras literárias mais famosas do escritor Júlio Verne, publicada pela primeira vez em 1870.
Esta obra, como a grande maioria das obras de Júlio Verne, é muito fundamentada com os conhecimentos da altura (meados do século XIX), conjuntamente, claro, com a rica e vasta imaginação de Verne.
Verne, em Vinte Mil Léguas Submarinas, consegue criar um submarino, o Náutilus, completamente autónomo do meio terrestre, movido somente a electricidade. O engenheiro, dono e capitão de tal feito, é o capitão Nemo, ele e a sua tripulação cortaram todas as relações com os continentes e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá, a comida, a matéria prima que necessitam para a produção de electricidade, tudo vem do mar.
Mas a humanidade não conhece a existência desta obra prima de engenharia que o capitão Nemo criou em segredo, e, quando este com ou sem intenção, começou a provocar estragos em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo, imaginando-o como um monstro marinho, um narval gigante, começando assim a caça à quimera.
Professor Aronnax, naturalista francês, Conseil, seu criado, e Ned Land, arpoador exímio de nacionalidade canadiana, partem no navioAbraham Lincoln da marinha norte-americana, juntamente com toda a sua tripulação, com o intuito de caçar este monstro e livrar os mares de tal aberração.
Durante vários meses, o Náutilus percorreu dezenas de milhares de quilómetros sob as águas, passando por variadíssimos lugares e peripécias. O título do livro se refere a essa distância, usando a unidade arcaica légua.


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