Hoje estou no capitulo 35 do livro :Vinte Mil Léguas Submarinas (no original, em francês: Vingt mille lieues sous les mers) é uma das obras literárias mais famosas do
escritor Júlio
Verne, publicada pela primeira vez em 1870.
Esta obra, como a grande maioria das obras de Júlio Verne, é muito fundamentada com os conhecimentos da
altura (meados do século XIX), conjuntamente, claro, com a rica e vasta
imaginação de Verne.
Verne,
em Vinte Mil Léguas Submarinas,
consegue criar um submarino,
o Náutilus, completamente
autónomo do meio terrestre, movido somente a electricidade. O engenheiro, dono e capitão de tal feito, é o capitão Nemo, ele e a sua tripulação cortaram todas as
relações com os continentes e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes
dá, a comida, a matéria prima que necessitam para a produção de electricidade, tudo vem do mar.
Mas
a humanidade não conhece a existência desta obra prima de engenharia que o
capitão Nemo criou em segredo, e, quando este com ou sem intenção, começou a
provocar estragos em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo,
imaginando-o como um monstro marinho, um narval gigante, começando assim a caça à quimera.
Professor
Aronnax, naturalista francês, Conseil, seu criado, e Ned Land,
arpoador exímio de nacionalidade canadiana, partem no navioAbraham Lincoln da marinha norte-americana, juntamente
com toda a sua tripulação, com o intuito de caçar este monstro e livrar os
mares de tal aberração.
Durante vários meses, o
Náutilus percorreu dezenas de milhares de quilómetros sob as águas, passando por variadíssimos lugares
e peripécias. O título do livro se refere a essa distância, usando a unidade
arcaica légua.

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